Podcast Let’s Money: Hiperpersonalização bancária ganha escala com IA proprietária InvestPlay
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Podcast Let’s Money: Hiperpersonalização bancária ganha escala com IA proprietária InvestPlay

Oferecer a oferta bancária certa, para a pessoa certa, no momento certo. Essa é uma das grandes preocupações das instituições financeiras e, por trás dela, em um cenário em que a disputa pelo cliente está cada vez mais acirrada, há também um grande desafio: transformar o alto volume de dados transacionais disponível em inteligência contextualizada e acionável.

Na InvestPlay, superamos essa barreira com uma plataforma de AI proprietária, desenvolvida especialmente para o contexto financeiro brasileiro. Nossa tecnologia roda dentro das instituições de forma não invasiva, no modelo de integração add-on via Databricks, respeitando a governança e a infraestrutura já existentes, e entrega às áreas de negócio autonomia para gerar valor com os dados que elas já têm.

O tema foi destaque no episódio “Hiperpersonalização e o poder dos dados” do Let’s Money Podcast, que contou com a participação do nosso fundador e CEO, Iago Oselieri, em uma conversa com Gabriel Pereira, sobre os desafios e as oportunidades que o uso inteligente de dados traz para o setor financeiro.

O desafio da hiperpersonalização no setor financeiro

Mesmo com o avanço do Open Finance, que nasceu com a promessa de colocar o cliente e suas necessidades no centro, por meio do compartilhamento seguro de dados antes restritos a uma única instituição, a hiperpersonalização ainda enfrenta obstáculos estruturais. O dado está lá, disponível, mas a inteligência nem sempre é acionada com a agilidade e precisão necessárias.

Enquanto o Open Finance nasceu com um regulatório robusto e um alto grau de padronização técnica, os dados internos ainda se encontram dispersos entre diferentes sistemas, canais, formatos e times. Essa falta de coesão torna o trabalho de inteligência de dados mais desafiador, já que a etapa estrutural, prévia à análise, ainda carece de maturidade em grande parte das instituições.

Como consequência, muitas delas deixam de explorar todo o potencial dos dados que possuem, o que resulta em ofertas genéricas, pouco conectadas às reais necessidades e ao momento de vida dos clientes.

Integração nativa, sem fricção

A InvestPlay se conecta diretamente à fonte dos dados, sem criar “encanamentos paralelos”. O Insighter, nossa plataforma no-code, que dispensa conhecimento técnico avançado, roda nativamente sobre a infraestrutura Databricks, utilizada por cerca de 90% dos bancos brasileiros.

Isso significa que todo o processo, da ingestão ao enriquecimento e ativação, acontece dentro do ambiente da instituição, com segurança, governança e rastreabilidade total. “Não vou criar um encanamento novo. Vou bater direto na caixa d’água e percorrer o encanamento que já existe, chegando na mesma torneira, mas com dados mais ricos”, resume Oselieri no episódio do podcast.

Essa arquitetura foi desenhada para proporcionar autonomia às áreas de negócio e desafogar o backlog dos times técnicos. Enquanto as áreas de negócio podem criar e testar hipóteses em ambiente no-code, com resultados em minutos (e não em meses), os times de tecnologia podem direcionar esforços para projetos mais estratégicos.

A partir de milhões de CPFs, a IA proprietária da InvestPlay gera milhares de insights acionáveis, em média, seis por cliente, prontos para serem ativados em campanhas, produtos e relacionamento bancário. Mas essa autonomia só ganha escala quando combinada à inteligência.

IA proprietária e especializada em dados financeiros

De nada adianta ter os dados prontos para uso se a interpretação ainda depende de regras fixas, hipóteses manuais e análises demoradas. É nesse ponto que a inteligência artificial entra como força transformadora, capaz de processar volumes massivos de dados, aprender com padrões de comportamento com máxima agilidade, e gerar respostas em tempo real, com precisão e contexto.

Diferente de soluções genéricas baseadas em modelos abertos, a AI da InvestPlay foi treinada exclusivamente em dados transacionais bancários. Nosso modelo cria embeddings próprios, capazes de interpretar padrões de consumo e comportamento em tempo real. Em vez de depender de regras fixas, criadas manualmente, a IA aprende continuamente com as interações e descobre correlações invisíveis a olho humano.

Como destacou Oselieri no episódio do Let’s Money Podcast, o modelo entende, por exemplo, que gastos com pet podem estar ligados a churn de cartão. Uma correlação improvável, que passaria despercebida pela mente humana e modelos de inteligência artificial genéricos e muito provavelmente não aconteceria no timing ideal, gerando perda de receita.

É justamente sobre essa camada de inteligência que nasce a Allyra, a primeira AI Agent especializada em dados financeiros transacionais no contexto das instituições financeiras. Integrada à plataforma da InvestPlay, ela identifica padrões, prevê comportamentos e recomenda ofertas bancárias com agilidade e precisão.

Governança e segurança no centro

Toda a operação da InvestPlay ocorre dentro do ambiente do banco, garantindo que nenhum dado saia da instituição.  Isso permite que cada instituição mantenha seus modelos ajustados à sua base de clientes, sem risco de vazamento de conhecimento para concorrentes.

Além disso, nossa solução facilita a governança da IA: cada caso de uso pode ser documentado, rastreado e testado de ponta a ponta, algo essencial para as áreas de compliance e risco e que dialoga diretamente com a necessidade de controlar a qualidade e conformidade regulatória da iniciativa.

O futuro: agentes inteligentes e decisões autônomas

Durante a conversa sobre Hiperpersonalização e o Poder dos Dados, Iago Oselieri também destacou o próximo salto da jornada de inteligência em dados transacionais: o avanço para agentes de IA capazes de executar decisões, não apenas analisá-las. Nas palavras do nosso Founder e CEO, a “próxima onda vai ser de agentes autônomos, capazes de tomar decisões contextuais com base nos dados”.

Mas, até lá, a missão permanece clara: gerar valor com o que já existe. Cada banco carrega um oceano de dados transacionais e, se souber explorá-los bem, tem em mãos uma vantagem competitiva poderosa!

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Ouça o episódio completo

“Hiperpersonalização e o poder dos dados”, Let’s Money Podcast:

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